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Novidades

Avaliação comparativa da recuperação espermática após criopreservação de espermatozóides humanos em nitrogênio líquido e vapor de nitrogênio líquido.
Resumo
Objetivo: Comparar dois métodos de criopreservação de espermatozóides, em vapor de nitrogênio líquido e mergulhado no nitrogênio líquido, avaliando 3 variáveis: a concentração final, a motilidade final e o número total de espermatozóides.
Metodologia: Foram avaliadas 49 amostras de sêmen colhidas através de masturbação. Foi feita análise macroscópica quanto a volume, cor, viscosidade e liquefação, e análise microscópica de concentração e motilidade. O crioprotetor escolhido foi o TYB (Test-yolk Buffer, Irvine). A criopreservação foi realizada após completa diluição da amostra com o crioprotetor gota-a-gota na proporção de 1:1. Após esta homogeneização os criotubos foram acondicionados em vapor de nitrogênio líquido por 20 minutos e, logo após esse período um dos criotubos mergulhado em nitrogênio líquido e o outro mantido no vapor de nitrogênio por um período de 24 horas. As amostras foram descongeladas com 5 minutos em temperatura ambiente e 20 minutos em placa aquecedora a 37ºC, e analisadas em microscópio quanto a concentração e motilidade.

Resultados: A concentração final não foi significativamente superior entre os dois métodos (média no nitrogênio líquido 41,26milhões/mL X média no vapor de nitrogênio líquido 40,66milhões/mL) bem como a motilidade(p=0,683) e o número total de espermatozóides móveis (p=0,073). Conclusão: De acordo com os dados estatísticos analisados não houve diferença entre a criopreservação de espermatozóides em vapor de nitrogênio líquido quando comparado ao método convencional.
Borges, Gustavo

 

congel


CONGELAMENTO DE ÓVULOS
Três grandes eventos anuais na área de Reprodução Humana são realizados no mundo, sendo os das sociedades ASRM nos Estados Unidos, ESHRE na Europa e o UIT - Updates in Infertility, também tendo este sido
realizado na Europa. Neste último tivemos apresentações de trabalhos e dados extremamente encorajadores sobre novas técnicas de congelamento de embriões e especialmente de óvulos. Há 23 anos atrás, tivemos a primeira publicação de nascimento de uma criança obtida a partir de oócitos congelados. A partir da década de 1990 novos trabalhos foram publicados mudando os elementos protetores no processo de congelamento, mostrando maior taxa de sobrevivência, desenvolvimento e gravidez. Os dados mundiais apontam um número superior a 900 crianças nascidas através de oócitos descongelados e fertilizados. As taxas de sobrevivência de oócitos previamente vitrificados têm variado de 65% a 100%, com gravidez obtida acima de 35%.
Sabemos que é no congelamento de óvulos que encontraremos as soluções para grandes paradigmas, relacionados ao congelamento embrionário. Entre os mais importantes estão os conflitos gerados quando não mais se deseja nova gravidez, após tratamento de fertilização in vitro e vários embriões foram congelados. O que fazer? Doá-los? Neste momento, os aspectos religiosos, criação e conceitos familiares ou pessoais tornam esta decisão muito difícil.
O congelamento de óvulos aparece como solução para a maioria das clínicas de Reprodução Humana e grandes esforços temos feito em busca do aprimoramento das técnicas de congelamento, com sofisticada tecnologia e conhecimento para oferecermos a mulheres que desejam postergar o momento da gravidez. Também aquelas que serão submetidas a tratamentos por câncer com radio e quimioterapia, têm no congelamento prévio de seus óvulos um alternativa exequível e com alto grau de segurança.
Atualmente, já devemos começar a nos preocupar com mulheres que já se aproximam dos 32 anos de idade e que desejam mais de uma gestação; porém, com um tempo maior entre estas, evitando idades superiores a 35 anos, quando seu potencial reprodutivo começa a diminuir.

HORMÔNIO ANTI-MULLERIANO AVALIADO DE ACORDO COM A IDADE DA PACIENTE

O hormônio anti mulleriano (AMH) é um dímero glicoprotéico, membro da superfamília do Fator Transformador de Crescimento (TGF). É produzido exclusivamente pelas gônadas e está envolvido no crescimento e desenvolvimento folicular.

No ovário o AMH é produzido pelas células granulosas por folículos em desenvolvimento inicial e parece inibir o inicio do crecimento dos folículos primários, bem como o induzido por FSH. Com o AMH é fortemente expresso durante a foliculogênese, os seus níveis séricos podem representar a quantidade e qualidade da reserva folicular.

Comparado a outros testes o AMH parece ser o melhor marcador para definir o declínio da idade reprodutiva. Sua medida tem valor para predizer transição menopausal, baixa resposta ovariana e possivelmente prognóstico em ciclos de FIV, bem como marcador indireto para Síndrome de Ovários Policísticos (SOP). Finalmente o AMH também pode ser utilizado como marcador tumoral de Tumores de Células Granulosas. Sua coleta pode ser realizada em qualquer dia do ciclo menstrual e a variação diária bem como interciclos é mínima.

É necessário para sua correta interpretação que seja fornecida a idade da paciente. Por exemplo, trabalhos prospectivos mostram que em mulheres com níveis abaixo de 3,3ng/mL aos 25 anos, representa um fator preditivo de menopausa precoce (antes de 45 anos).